pocket strip 151943 0 full 1346x494 - Sofisticação em projeto de escritório de advocacia

“Um escritório de advocacia tem que passar serenidade, confiabilidade e mostrar sua trajetória de sucesso e tradição. O projeto arquitetônico é essencial para compor esta imagem, combinando elementos modernos e ao mesmo tempo clássicos”, destaca a arquiteta Soraya Surdi.

 Crédito imagens : Marcelo Stammer
Os itens de decoração e arte dividem espaço com livros em nichos distribuídos por todo o escritório (Foto: Marcelo Stammer).

A arquiteta repaginou um escritório de advocacia localizado em uma área nobre de Curitiba, no Paraná. Responsável pelo primeiro projeto do local, realizado em 2014, a profissional optou pelo estilo contemporâneo para a reforma. “O uso de madeira trouxe conforto, aconchego e leveza, enquanto o mármore garantiu imponência e expressa conceitos como confiança e estabilidade”, explica.

 Crédito imagens : Marcelo Stammer
A arquiteta Soraya Surdi criou espaços funcionais e elegantes que transmitem serenidade e confiabilidade ao local (Foto: Marcelo Stammer).

Os itens de decoração e arte dividem espaço com livros em nichos distribuídos por todo o escritório. Os espaços de armazenamento asseguram que todo material de trabalho fique organizado. Espelhos dão amplitude aos ambientes e pergolados de madeira, marca registrada da arquiteta, fazem a ligação do teto com as paredes.

 Crédito imagens : Marcelo Stammer
Aqui a parede verde conecta o ambiente com a natureza (Foto: Marcelo Stammer).

Os espaços foram divididos com foco na funcionalidade. A área do advogado titular e da sala de reuniões é bem setorizada das áreas onde ficam os outros advogados, estagiários e o financeiro. Isso garante privacidade no atendimento aos clientes. “Esta sala ficou muito aconchegante e considero que é um dos destaques deste trabalho. A parede verde, que eu mesma fiz, conecta o ambiente com a natureza, o deixa mais descontraído e cria um visual único”, comenta Soraya.

 Crédito imagens : Marcelo Stammer
Responsável pelo primeiro projeto do local, realizado em 2014, a profissional optou pelo estilo contemporâneo para a reforma (Foto: Marcelo Stammer).

Em relação as cores utilizadas no projeto, ganham destaque os tons neutros, como o preto e o marrom, que garantem sobriedade, seriedade e elegância.

 

Serviço:

Soraya Surdi Arquitetura
Fone: (41) 3015 3579
@sorayasurdiarquitetura

6770932bc220b24604ba71608a72f46b 1024x494 - Praticidade e aconchego em projeto de apartamento em São Paulo

Um apartamento aconchegante e prático era a necessidade dos moradores de um apartamento em São Paulo. Para atender ao pedido, as arquitetas do TRIA Arquitetura, Marina Cardoso de Almeida e Sarah Bonanno integraram a cozinha às salas de jantar e estar, incluíram uma bancada na sala de estar/tv para funcionar como escritório, um lavabo e uma suíte máster que conta com banheiro e uma área para leitura.

Projeto de Arquitetura e Interiores: Tria Arquitetura Fotos: Alessandro Guimarães
As arquitetas integraram diversos ambientes do apartamento ( Foto: Alessandro Guimarães).

Elas buscaram inserir um visual moderno e atemporal, escolhendo acabamentos duráveis em cores neutras. Na cozinha, as arquitetas escolheram uma marcenaria na cor cinza, conferindo modernidade e neutralidade. As marcenarias da área social foram definidas em tons de madeira, assim como o piso, para trazer conforto.

Projeto de Arquitetura e Interiores: Tria Arquitetura Fotos: Alessandro Guimarães
As marcenarias da área social foram definidas em tons de madeira (Foto: Alessandro Guimarães).

Os materiais também foram escolhidos visando garantir conforto e aconchego. Por isso a presença do piso de tauari na área social e íntima, além de uma textura de cimento queimado em um tom quente nas paredes e marcenaria em tons amadeirados. Para conferir praticidade, o porcelanato foi escolhido para a área da cozinha e lavanderia. O revestimento cerâmico utilizado na cozinha e lavanderia foram trazidas para parede lateral da sala de jantar para integrar ainda mais os ambientes.

Projeto de Arquitetura e Interiores: Tria Arquitetura Fotos: Alessandro Guimarães
Conforto e simplicidade no quarto projetado ( Foto: Alessandro Guimarães).

Para a suíte máster foi desenvolvida uma cabeceira que abraça a janela e vai até o chão. Assim, a cortina passa por trás desse painel ripado, trazendo uma iluminação diferente e atribuindo mais conforto à cama.

Projeto de Arquitetura e Interiores: Tria Arquitetura Fotos: Alessandro Guimarães
A opção foi utilizar acabamentos em cores neutras (Foto: Alessandro Guimarães).

Para receber os amigos, a integração da área social foi fundamental neste projeto. Cozinha, sala e escritório aberto estão no mesmo espaço, para que o ambiente ganhasse mais amplitude.

Projeto de Arquitetura e Interiores: Tria Arquitetura Fotos: Alessandro Guimarães
O revestimento cerâmico utilizado na cozinha e lavanderia foram trazidas para parede lateral da sala de jantar para integrar ainda mais os ambientes (Foto: Alessandro Guimarães ).

Logo na entrada, foram usados balizadores de piso para criar uma atmosfera acolhedora. Além disso, a iluminação destaca também o revestimento de pastilhas aplicado nesta parede da entrada.

 

Serviço:

www.triaarquitetura.com.br

Estar Bernadete Corrêa e Manu Lolato CASACOR Minas Foto Jomar Bragança 1346x494 - CASACOR Minas Gerais começa na próxima semana

A CASACOR Minas Gerais está de volta ao casarão histórico que a abrigou no ano passado. Com o tema CASA VIVA, tem como proposta fazer com que o visitante esteja mais próximo da natureza. O objetivo é mostrar como o lar pode ser traduzido em refúgio, lugar especial para celebrar a vida com amigos, familiares e animais de estimação. No total serão 49 ambientes, assinados por 86 profissionais das áreas de arquitetura, design de interiores e paisagismo. Além de explorar essa proximidade com as plantas e animais, nesta edição vários ambientes foram pensados de forma a priorizar o bem-estar dos moradores.

Estar - Bernadete Corrêa e Manu Lolato - CASACOR Minas - Foto Jomar Bragança
A mostra apresentará 49 ambientes, assinados por 86 profissionais das áreas de arquitetura, design de interiores e paisagismo do estado (Foto: Jomar Bragança).

Mas além do tema proposto para 2018, a 24a CASACOR Minas continua investindo na preservação do patrimônio histórico, não apenas pela reabertura do prédio e da ocupação do mesmo, mas também em função da continuidade no processo de recuperação e restauro de uma construção icônica, integrante do conjunto Arquitetônico da Praça da Estação. O casarão, parte do acervo da extinta Rede Ferroviária Federal, a RFFSA, permaneceu fechado por mais de 10 anos e só foi reaberto para a edição passada da mostra, graças à parceria entre CASACOR Minas e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN/MG.

Living e Biblioteca - Patrícia Hermanny - CASACOR Minas - Foto Jomar Bragança
A CASACOR Minas Gerais está de volta ao casarão histórico que a abrigou no ano passado (Foto: Jomar Bragança).

Profissionais

Para este ano, a CASACOR Minas recebe um time formado por grandes escritórios de arquitetura e uma apurada seleção de novos talentos. Ao reconhecimento, entre outros, de nomes consagrados como Ângela Roldão, Bernadete Corrêa, Beth Nejm, Patrícia Hermanny, Isabela Vecci, Fabíola Constantino, Juliana Vasconcelos, Gislene Lopes e do escritório Arquitetos Associados, formado por Alexandre Brasil, André Luiz Prado, Bruno Santa Cecília, Carlos Alberto Maciel e Paula Zasnicoof Cardos, além de expoentes como Alex Rousset, Ana Vaz, Estela Netto, Luis Fábio Rezende, Rodrigo Aguiar, Leonardo Veloso, Rosângela Brandão Mesquita, João Lucas Pontes, Luís Gustavo Vieira, entre outros.

Soma-se ao time uma nova geração de profissionais comprometidos e muito promissores. Entre eles, Manu Lolato, Sarah James, Felipe Cardoso, Felipe Soares, Júnia Bernanos, Eduardo Brandão Mesquita, Pedro Félix, Thiago Bandeira de Mello, Filipe Pederneiras e Júnior Piacesi. Entre os estreantes desta edição, nomes como Paula Freitas, André França e Rute Zocratto, do Studio Simplí. Complementam o time de estreantes na mostra nomes como Alexandre Rousset, Ana Vaz, Geraldo Ferreira, Leonardo Veloso, Rodrigo Castro, Rodrigo Maakaroun, Júlia Dumont e Tina Barbosa, Janaina Naves, Gilza Carvalho, Marcelo Alvarenga e Juliana Figueiró, além das equipes dos escritórios Arquitetos Associados e Estúdio Base.

Bilheteria - Alexandre Rousset e Ana Vaz - CASACOR Minas - Foto Jomar Bragança
Nesta edição vários ambientes foram pensados de forma a priorizar o bem-estar dos moradores (Foto: Jomar Bragança )

Homenagens

Nesta edição, a CASACOR Minas conta com importantes homenagens a três personagens da cidade. O primeiro é o próprio casarão, onde funcionou a sede da Rede Ferroviária. A mostra ainda conta com um ambiente inteiramente construído em homenagem a um dos mais expressivos arquitetos mineiros, com reconhecimento nacional e internacional, Carlos Alexandre Dumont, mais conhecido como Carico.

Outro homenageado nesta edição é o Grupo Galpão. A principal referência utilizada foi a comédia musical “Um Trem Chamado Desejo”, que teve sua estreia oficial em 2000. Para isso, o vagão, peça icônica do casarão, localizado logo na fachada do edifício, e que foi inteiramente restaurado durante a 23a edição da CASACOR Minas, recebeu uma série de elementos e cenografia especial, incluindo peças e objetos que acompanham o grupo durante a sua trajetória nos palcos. São adornos, luminárias, peças de antiguidade, carpete e o figurino original, que aparece exposto em autênticos manequins dos anos 1930. Alinhava a nostálgica cena teatral, o glamour das cortinas em veludo bordô, arrematada por franjas douradas.

A CASACOR pela cidade

A  CASACOR Minas investe também na apresentação de um ambiente dentro do Pátio Savassi, o Home office Sumisura, que poderá ser visitado simultaneamente ao período da mostra. A intenção é permitir ao visitante a experiência de perceber o quanto pode ser prazeroso e confortável trabalhar dentro da própria casa.

 

Serviço:

A Casa Cor Minas Gerais 2018 acontece entre 07 de agosto e 16 de setembro, no Casarão da Rua Sapucaí, localizado na Rua Sapucaí 383, Bairro Floresta, em Minas Gerais/MG.

Pé Ante pé 1960 Se´rie Brasi´lia Alberto Ferreira 1024x494 - Fotografias inéditas de Alberto Ferreira em exposição na Galeria Lume

Com curadoria de Paulo Kassab Jr., a mostra “Intuição do Instante” homenageia o fotógrafo Alberto Ferreira (1932 – 2007), entre os dias 02 e 29 de agosto, na Galeria Lume, em São Paulo. No total, 15 obras do fotógrafo serão apresentadas ao público. Nove delas inéditas, redescobertas recentemente em seu acervo. “Alberto Ferreira tinha a intuição que faz com que os grandes fotógrafos prevejam os fatos frações de segundos antes de acontecerem. Recortou cada segundo dos lugares por onde passou para tornar cada uma de suas fotografia uma imagem definitiva”, afirma o curador.

Pé Ante pé, 1960  Se´rie Brasi´lia, Alberto Ferreira
A foto Pé Ante pé, 1960 da série Brasília, (Foto:  Alberto Ferreira).

Ferreira encarava a fotografia como estilo de vida.  Na imagem Pé Ante Pé (1960), da série Brasília, trabalhadores fazem uma pausa na construção do que é, hoje, a capital federal. Seus pés, refletidos, repousam sobre as nuvens. Enquanto as lentes de seus pares se voltavam apenas para os prédios e monumentos de uma cidade suntuosa, ele registrava, também, os bastidores nada idílicos dessa construção.

Pedras portuguesas, 1960  Série Brasília, Alberto Ferreira
Operários durante a construção de Brasília (Foto : Pedras portuguesas, 1960 Série Brasília,  de Alberto Ferreira)

Detalhes sobre Alberto Ferreira:

Nascido em 1932 em Campina Grande, na Paraíba, Alberto Ferreira Lima foi um dos precursores da fotografia documental do Brasil. Trabalhou por 30 anos no Jornal do Brasil e cobriu importantes acontecimentos da história do país e do mundo.

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A foto Menina, 1960 que faz parte da série Brasília ( Foto: Alberto Ferreira).

É de sua autoria o maior acervo de fotos da construção e inauguração de Brasília. O fotógrafo é também um dos maiores nomes do fotojornalismo esportivo. Distinguiu-se entre seus pares em eventos esportivos, mas foi notável também em outras áreas, como na cobertura do concurso Miss Universo, em Miami, em 1963 e do funeral de Bob Kennedy, em Washington, em 1968, a seu ver, um dos momentos mais emocionantes de sua carreira.

Festa, 1960, Brasília médio Alberto Ferreira
Festa, 1960, da série Brasília ( Foto: Alberto Ferreira).

Em 2005, Alberto Ferreira foi considerado pela Maisom Européene de la Photographie como um dos 28 maiores fotógrafos do século. Alberto Ferreira faleceu em 2007, deixando para trás um acervo que reúne em torno de 20 mil imagens. Destas, uma porção de materiais inéditos, considerados pelo próprio autor como a verdadeira expressão de sua obra. O material fotográfico está digitalizado e atualmente passa por um trabalho curatorial, para que possa ser apresentado em livros e em outras exposições no Brasil e mundo afora.

 

Serviço:
Intuição do Instante, de Alberto Ferreira
Galeria Lume-Rua Gumercindo Saraiva, 54 – Jardim Europa, São Paulo
Período expositivo: de 3 até 29 de agosto
Visitação: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h | sábados, das 11h às 15h
Contato: (11) 4883-0351

mortalha mutua1 rodrigo braga 2012 baixa 1181x494 - Rodrigo Braga volta ao Recife com nova exposição

“O fotógrafo agricultor ara e planta uma imagem. Toda a minha fotografia é uma criação de mundo”, conta o artista visual Rodrigo Braga, que lança, na próxima quarta-feira (1) para convidados, no Museu do Estado, a mostra “Agricultura da Imagem”, com curadoria de Daniel Rangel. As obras são em formato de fotografia e vídeo. Há sete anos sem expor no Recife, o artista traz uma mostra que circulou nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza e foi vista por aproximadamente 220 mil pessoas.

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Há sete anos sem expor no Recife, o artista traz uma mostra que já circulou por diversas cidades do país (Foto: obra Sentinela do Rio/divulgação).

Como se vê na mostra, o processo criativo de Rodrigo Braga se faz justamente através de um jogo no qual o artista não assume o papel de uma mera testemunha do espetáculo da natureza, em um posicionamento relacional romântico que situaria a natureza como um objeto a ser apenas apreciado. Aqui, o sujeito assume o lugar ativo de participante da natureza e o que entra em cena é a relação do ser humano com o espaço no qual ele se encontra. Há uma atividade criativa na relação sujeito-natureza aqui desvelada. “Eu faço intervenções nessa natureza com a minha própria ação e tento evidenciar justamente a mimese que a natureza já faz com ela mesma. O graveto se relaciona com a veia e com os espinhos dos peixes e assim vai”, justifica Rodrigo.

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As relações tensas entre sujeito e natureza e o caráter mimético da própria natureza ganham destaque na exposição (Foto: obra Mortalha mútua/ divulgação).

Em toda obra, sente-se a familiaridade do artista com o meio natural, a água, a terra e os animais. Não é tanto por acaso: Rodrigo Braga nasceu em Manaus próxima à natureza. “A natureza me traz gosto e familiaridade, mas é óbvio que eu sou um ser urbano de grandes cidades e carrego comigo todas as contradições que as pessoas urbanas têm. O meu trabalho não mostra uma paisagem idílica, romântica, irretocável, mas é justamente a minha visão, também urbana, sobre as paisagens que transito”, detalha.

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O processo criativo se faz justamente através de um jogo no qual o artista não assume o papel de uma mera testemunha do espetáculo da natureza (Foto: Ilha Lago/divulgação).

Além da tensão sujeito-natureza, o fotógrafo agricultor também explora na exposição o aspecto mimético próprio da natureza.

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A exposição fica em cartaz até o dia 06 de setembro (Foto: Refugo de Maré Baixa/divulgação).

A mostra também conta com obras mais recentes, criadas pelo artista nos últimos cinco anos em diferentes regiões por onde passou, como Amazônia, Baía de Guanabara, Pernambuco, França e Estados Unidos. Uma das mais recentes, intitulada Mar Interior, foi uma instalação montada em 2016 no Palais de Tokyo, na capital francesa. A exposição aqui no Recife, fica em cartaz até o dia 06 de setembro.

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As obras são em formato de fotografia e vídeo (Foto: a obra Organismos Telúricos).

Sobre o artista:

Nascido em Manaus, Rodrigo Braga se mudou ainda criança para o Recife, onde se graduou em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco. Atualmente vive no Rio de Janeiro. Expõe com regularidade desde 1999. Em 2012, participou da 30ª Bienal Internacional de São Paulo e, em 2016, realizou uma exposição individual no Palais de Tokyo, em Paris. Em 2009, recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça – Funarte/MinC; em 2010, o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia; em 2012, o Prêmio Pipa/MAM-RJ Voto Popular; em 2013, o Prêmio MASP Talento Emergente. Possui obras em acervos particulares e institucionais no Brasil e no exterior, como MAM-SP, MAM-RJ e Maison Européene de La Photographie – Paris.

 

Serviço:
Agricultura da Imagem
Visitação: 02 de agosto a 07 de setembro
Museu do Estado-Av. Rui Barbosa, 960, Graças.
Entrada gratuita

somos do planeta terra 2018 de mundano 42438113585 o 1346x494 - Vozes Mundanas, a exposição inédita do artista Mundano

Um muro que separa o mundo real de um fictício. De um lado, a tinta cinza em alusão às vozes e cores caladas nas ruas de São Paulo. Do outro, telas, esculturas, objetos e instalações de cores vívidas e pulsantes, ruídos que fazem referência a uma série de problemáticas da atualidade: dos impactos ocasionados pela crise de água à questão dos refugiados em diversos pontos do globo. É esse o tom de Vozes Mundanas, exposição inédita do artista Mundano com curadoria de Ricardo Resende, que será apresentada entre 24 de julho e 25 de agosto, na Emmathomas Galeria.

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Vozes Mundanas, é a exposição inédita do artista Mundano (Foto: a obra Somos do Planeta Terra, do artista Mundano). 

À frente do espaço, uma escultura de dois metros, construída com extintores e botijão de gás. “É o muro separatista, Muro de Berlim, do Donald Trump, dos refugiados, do condomínio: uma separação entre realidades distintas” pontua Mundano, que se define artivista, termo que condensa a ideia de arte como recurso de revolução social.

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O corpo da obra de Mundano surge de peças e instrumentos de reuso que ele mesmo encontra nas ruas ou daquilo que os catadores de materiais recicláveis oferecem a ele (Foto: A peça Diversidade, do artista Mundano).

Através dos 40 trabalhos que compõem a exposição, Mundano propõe uma pausa para conscientização e convida o público para resistir em prol da preservação ambiental e por causas ligadas aos direitos humanos. O corpo da obra de Mundano surge de peças e instrumentos de reuso que ele mesmo encontra nas ruas ou daquilo que os catadores de materiais recicláveis oferecem a ele. Dessa busca, o reaproveitamento de insumos como livros que datam 100 anos ou mesmo revistas descartadas que, nas mãos do artista, se transformaram em colagens que tratam do desperdício.

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40 trabalhos compõem a exposição (Foto: A obra Luta Rupestre de Mundano ).

O espaço expositivo será ainda ocupado por uma série de sons e vozes que reforçam o tom de protesto que permeia a mostra. Os áudios que vão ecoar em meio as obras são dos mais diversos momentos da história, da ditadura militar às recentes manifestações dos caminhoneiros. A trilha também abrange manifestações indígenas, marchas religiosas, de estudantes e professores em luta por seus direitos.

Sobre o artista:

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Mundano é reconhecido mundo afora por seu trabalho engajado, em defesa dos direitos humanos e da preservação ambiental ( Foto: Stefnia Sangi).

Nascido em São Paulo, Mundano é reconhecido mundo afora por seu trabalho engajado, em defesa dos direitos humanos e da preservação ambiental. É fundador do PimpyMyCarroça, ONG criada em 2012 que usa a arte para dar visibilidade e reconhecimento aos catadores de materiais recicláveis. O projeto já passou por 13 países, tendo gerado impacto positivo na vida de mais de mil e quinhentos catadores. A iniciativa foi premiada nas áreas de arte pública, direitos humanos, criatividade e inovação digital.

 

Serviço:

Vozes Mundanas, do artista Mundano
Período expositivo: de 25 de julho a 25 de agosto.
Emmathomas Galeria- Alameda Franca, 1054, Jardim Paulista/SP.

CASA 100 ARQUITETURA CREDIT QUADRA 2 7 1280x494 - Apartamento com única divisão interna é uma das apostas do escritório Casa 100 Arquitetura

O escritório Casa 100 Arquitetura apostou em um projeto ousado onde conta apenas com uma única divisão interna no ambiente. Divisão essa que é feita por um painel de vidro que protege o banheiro. Todo o restante é integrado em prol da entrada da luz natural e sensação de amplitude. Apesar de generosa, a varanda era a única fonte de luz natural do apartamento comprado ainda na planta pelo jovem casal que reside no local.

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Apartamento com única divisão interna é uma das apostas do escritório Casa 100 Arquitetura (Foto: Quadra 2).

Não desperdiçar essa luz, era uma das maiores preocupações do projeto assinado pelos arquitetos Diogo Luz e Zé Guilherme Carceles, sócios no escritório.

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A única parede que existia, a do banheiro, foi substituída por uma folha de vidro jateado (Foto: Quadra 2).

A única parede que existia, a do banheiro, foi substituída por uma folha de vidro jateado, capaz de vedar o local sem comprometer sua privacidade, captando a luminosidade.

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Um baú separa a cama do sofá, que assume as funções de cabeceira com nichos ( Foto: Quadra 2).

Nesse contexto, até o quarto fica aberto, resguardado por persianas quando há hóspedes. “Um baú separa a cama do sofá, assumindo as funções de cabeceira com nichos, armário e também divisória. Com 90 cm de altura, ele cumpre vários papéis sem, no entanto, formar uma barreira visual”, diz Zé Guilherme.

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A única divisão interna deste apartamento é o painel de vidro que protege o banheiro (Foto: Quadra 2).

Do outro lado, à frente do sofá, uma grande bancada cinza, com 5 m de comprimento, se desdobra em home theater e cozinha, acomodando a TV e seus equipamentos, do lado esquerdo, e pia e fogão, mais à direita.

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A varanda generosa acomoda diversos objetos ( Foto: Quadra 2).

Aproveitada em cada centímetro, a varanda concentra mesa de jantar, estante para livros, máquina de lavar roupas e até o refrigerador de ar, aparelhos escondidos atrás de painéis.

 

Serviço:

Casa 100 Arquitetura

www.casa100.com.br

Hotel Savoy em Florença reabre após renovação com Emilio Pucci.... 1346x494 - Hotel reabre após reforma feita com a grife Emilio Pucci

O Hotel Savoy, em Florença na Itália foi totalmente remodelado. Depois de seis meses de reforma, o hotel, construído em 1893, reabriu oficialmente suas portas, usando temas contemporâneos, elementos do Renascimento, moda florentina e os melhores artesãos da cidade italiana. Uma das mais tradicionais grifes de moda florentina, Emilio Pucci, levou a essência do design italiano para o hotel. Por lá Laudomia Pucci, diretora de imagem da marca,juntou-se à Olga Polizzi diretora de design da grife, para criar um ambiente único.

Hotel Savoy em Florença reabre após renovação com Emilio Pucci.
O hotel reabriu oficialmente suas portas, usando temas contemporâneos e elementos do Renascimento (Foto: divulgação).

A colaboração com a grife começa com a produção exclusiva de um lenço de seda exclusivo by Emilio Pucci com as imagens do Hotel Savoy e da Piazza della Repubblica, a histórica praça onde o hotel fica localizado. O item fica envolto em tampos de mesa de vidro, tornando-se o elemento decorativo chave do restaurante do terraço.

Hotel Savoy em Florença reabre após renovação com Emilio Pucci.
Laudomia Pucci, diretora de imagem da marca juntou-se à Olga Polizzi diretora de design da grife  para criar um ambiente único ( Foto: divulgação).

Além dos espaços públicos, Olga também criou um visual completamente novo para os quartos e suítes. Ao reduzir o número de quartos e suítes de 102 para 80, muitos deles foram completamente reestruturados e aumentaram de tamanho para oferecer aos hóspedes uma experiência mais luxuosa e espaçosa.

Hotel Savoy em Florença reabre após renovação com Emilio Pucci.
Muitos quartos foram completamente reestruturados e aumentaram de tamanho para oferecer aos hóspedes uma experiência diferenciada ( Foto: divulgação).

Cada um dos quartos e suítes foi concebido para dar uma sensação de calma e tranquilidade e os tons tranquilos combinados com os tecidos luxuosos criaram uma sensação predominantemente italiana. Mesas, cadeiras e espelhos personalizados projetados por Il Bronzetto combinam com materiais da C & C Milano.

Hotel Savoy em Florença reabre após renovação com Emilio Pucci.
O teto de cinco metros de altura tem acabamento em sanca (Foto: divulgação).

A entrada e o lobby do hotel foram reintegrados e apresentam uma paleta branca pontuada de acentos da Pucci e elementos coloridos de arte e design, incluindo pinturas de Luca Pignatelli. O teto de cinco metros de altura tem acabamento em sanca. O lobby conta com duas novas grandes mesas de recepção que incorporam características neoclássicas como putti e cariátides nas quatro quinas, representando as quatro estações e a “Flor de Lis”, o emblema da cidade.

 

Serviço:

Emilio Pucci

www.emiliopucci.com

 

Hotel Savoy

www.roccofortehotels.com

 

SuperLimão Studio assina projeto do Benzina Bar Fotografias Maíra Acayaba unnamed 51 1024x494 - SuperLimão Studio investe em projeto jovem e ousado para bar

O SuperLimão Studio foi o responsável pelo projeto do Benzina Bar, em São Paulo. A proposta era que fosse criado um ambiente jovem e ao mesmo tempo, empoderador para que o cliente tenha sempre o livre-arbítrio de ir e vir. Assim, toda casa foi pensada para que a pessoa possa consumir e ficar livre para estar em qualquer espaço do bar.

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O SuperLimão Studio foi o responsável pelo projeto do Benzina Bar, em São Paulo (Foto: Maíra Acayaba).

Como haviam muitas compartimentações no local, a ideia foi criar uma unificação visual dos espaços, aproveitando o pé direito existente sobre o antigo forro. O forro foi retirado, as tesouras metálicas do telhado foram expostas e um tratamento acústico com celulose projetada foi feito. Foram definidos três níveis de interação. O térreo contempla um grande bar e uma série de mesas e assentos em alturas diferentes. Foi desenhada uma grande arquibancada que unifica o pavimento térreo ao primeiro nível, onde as pessoas podem circular ou estar.

 

SuperLimão Studio assina projeto do Benzina Bar Fotografias Maíra Acayaba
O térreo contempla um grande bar e uma série de mesas e assentos em alturas diferentes. (Foto: Maíra Acayaba).

No segundo nível foram criados lounges, uma área de sinuca e um segundo bar de drinks. Esse bar possui uma superfície lúdica criada com líquidos coloridos que se movimentam com o toque, fazendo uma ligação com os efeitos alucinógenos da inalação da Benzina.

SuperLimão Studio assina projeto do Benzina Bar Fotografias Maíra Acayaba
Esse bar possui uma superfície lúdica criada com líquidos coloridos que se movimentam com o toque (Foto: Maíra Acayaba ).

No pavimento encontra-se também uma escada para o próximo e terceiro nível, onde existem máquinas de pinball e pebolim. A ideia é que essa área funcione como um espaço de jogos e interação entre as pessoas e todo local possa ser utilizado como um grande playground.

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A ideia é que essa área funcione como uma área de jogos e interação entre as pessoas (Foto: Maíra Acayaba).

No térreo, ao lado do bar principal foi criada uma abertura de caixilhos e, aproveitando-se da diferença de nível entre o térreo e o nível da rua, uma única plataforma foi criada, servindo como banco para a área interna e, ao mesmo tempo, como uma mesa alta para a área externa.

SuperLimão Studio assina projeto do Benzina Bar Fotografias Maíra Acayaba
Toda a casa foi pensada para que a pessoa possa consumir e ficar livre para estar em qualquer espaço do bar (Foto: Maíra Acayaba).

Todo o mobiliário foi garimpado em lojas de móveis antigos na Av. São João no centro de São Paulo. Na fachada foram utilizadas cores diferentes e iluminações lineares, enaltecendo os ângulos das águas dos telhados.

 

Serviço:

Super Limão

www.superlimao.com.br

 

exposição no MCB destaca o pensamento do arquiteto Le Corbusier unnamed 44 1346x494 - Nova exposição no MCB destaca o pensamento do arquiteto Le Corbusier

O Museu da Casa Brasileira,inaugura neste sábado (16), a exposição ‘Experimentando Le Corbusier – Interpretações contemporâneas do modernismo’. Com curadoria de Pierre Colnet e Hadrien Lelong, da Cremme – Editora de Mobiliário, via Instituto Cremme, a mostra permeia o pensamento de Le Corbusier para além do perímetro da arquitetura e apresenta uma reflexão sobre o modernismo no Brasil e sobre o trabalho do arquiteto franco-suíço. O intuito dos artistas, designers e arquitetos brasileiros convidados para participar é manter vivo o pensamento moderno e revolucionário de Le Corbusier.

exposição no MCB destaca o pensamento do arquiteto Le Corbusier unnamed (44)
A instalação Taquara é um abrigo feito com bambu, um material natural que carrega poesia e leveza. A Taquara foi desenvolvida pelos Irmãos Campana (Foto: divulgação).

Os curadores também convidaram um time de escritórios brasileiros formado por Aleph Zero, AR Arquitetura, Bloco Arquitetos, FGMF, Gabriel Ranieri, Pedro Ribeiro, Estudio Guto Requena, Metro Arquitetos Associados, MNMA Studio, Nitsche Arquitetos, Play Arquitetura, Terra e Tuma e Triptyque Architecture a refletir como nos dias de hoje repercute o processo modernista no território nacional e dentro do próprio ambiente de trabalho.

exposição no MCB destaca o pensamento do arquiteto Le Corbusier
A cobertura do apartamento, feita por Le Corbusier para Charles de Beistegui, é reconstruída no meio da Esplanada dos Ministérios. Trabalho feito pelo AR Arquitetos – Planorama (Foto: divulgação).

Uma conversa entre o premiado arquiteto paulista Paulo Mendes da Rocha e Catherine Otondo inspirou as ilustrações de Alexandre Benoit. Noções como simetria, perspectiva, movimento e composição são abordadas pelas obras dos artistas Carla Chaim, Lucas Simões e Ivan Padovani. Estarão expostas peças da Oficina de Marcenaria elaboradas em parceria com o Instituto Leo, que propôs a releitura do modernismo por meio da concepção de móveis inspirados nas obras de Le Corbusier. Os Irmãos Campana completam o corpo de designers, ocupando o jardim do Museu com a instalação Taquara.

Saiba mais sobre Le Corbusier

Charles Edouard Jeanneret-Gris, mais conhecido por Le Corbusier, foi um arquiteto franco-suíço que se tornou uma das figuras mais importantes da arquitetura no século XX. Desenvolveu ampla atividade acadêmica e teórica, além de publicar diversos artigos sobre seus estudos arquitetônicos. Foi grande influenciador na formação da geração modernista de arquitetos brasileiros, principalmente, por prestar, em 1936, consultoria no projeto do Palácio Gustavo Capanema. Le Corbusier faleceu em 1965 e foi enterrado no túmulo que projetou para si mesmo.

 

Serviço:

Experimentando Le Corbusier – Interpretações contemporâneas do modernismo
Abertura: 16 de junho, sábado
Entrada gratuita
Visitação: até 12 de agosto

Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2705
Tel.: (11) 3032-3727

Visitação:
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local

Visitas orientadas: (11) 3026.3913 | [email protected]
www.mcb.org.br